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o que fazer quuando um país tem varias linguas

Mariano Rajoy falando galego em visita de Estado ao México.

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O PP reduciu nun 80% a dotación para bibliotecas de libros en galego

Desde a chegada de Alberte Núñez Feixoo á presidencia de Galicia no 2009, o investimento público en libros en galego destinados a dotar as bibliotecas descendeu un 80%. Esta partida é a única subvención para a produción editorial xeneralizada, o que contradí o mito de que a cultura vive das axudas do erario

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Isolacionismo versus reintegracionismo linguístico na Córsega atual

A Córsega está a viver tempos históricos de mudança com a vitória eleitoral da aliança das duas tendências soberanistas tradicionais como a opção mais votada para obter 24 assentos na Assembleia Territorial. Na França, o corso é classificado como língua autónoma no grupo das línguas românicas e é reconhecida como uma língua regional do Estado francês, não oficial. A designação como idioma é considerada inadequada pela maior parte de linguistas que não querem misturar política com o estudo de línguas, considerando o corso um dialeto italiano.

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O galego de todos nós. Fernando Venâncio

Foi o padrão português a afastar-se da matriz medieval do idioma, por meio de dois longos processos: uma intensa castelhanização nos séculos XV a XVIII, e uma forte desgaleguização, com perda dos rasgos nortenhos mais marcados e o aviventar de rasgos sulistas. (...) Falta um assumir frontal (…) pelo lado português, no dia em que os nossos linguistas informassem os compatriotas de que a primeira língua falada e escrita em Portugal foi o galego, idioma gerado e desenvolvido durante séculos e que o nosso país herdou com a maior naturalidade...

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Por que razão o galego é invisível para os portugueses?

Na Galiza, discute-se se o galego e o português são ou não a mesma língua. Por cá, muitas pessoas nem sequer conseguem distinguir o galego do espanhol. Para muitos de nós, o galego é invisível. O galego apresenta-nos sinais que o associam ao espanhol. Ignorá-lo é ignorar muito de nós próprios.

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O audiovisual que para o galego merecemos vídeo

Sería o mesmo a lingua galega sen o audiovisual? Isto é o que tenta responder o actor e actor de dobraxe Luís Iglesia nesta palestra.

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O TSXG anula parte da ordenanza do uso do idioma en Lugo

O tribunal atende o recurso presentado por Galicia Bilingüe. Os apartados suprimidos sinalaban, por exemplo, que "o galego, como lingua propia de Galicia, é idioma oficial do Concello".

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Percurso que faz ferver o nosso cérebro inçando-o de ideias, propostas, e ensonhações

Um percurso -colagem audiovisual- a que nos convidam Sabela Fernández e José Ramom Pichel num documentário carregado de «reintegratas». Dá voz ao reintegracionismo, um movimento excluído há décadas da opinião maioritária televisada e publicada, um movimento plural que, apesar dos intentos de marginalização por parte do poder e da “oficialidade” e ainda apesar dos seus próprios erros, continua a crescer e consolidar-se como um referente cultural para o país. Um movimento que, lembremos, consegue, em 2014, atingir a adesão unânime do Parlamento G

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Pompeu Fabra. "Uma língua subalterna representa povos subalternos"

Pompeu Fabra, concebeu o catalão, como uma língua que tem que ser NORMAL e GENUÍNA para ocupar todo o espaço social, que não pode ser reduzida e subalternizada a nenhuma outra. Como ele diz, uma língua subalterna representa povos subalternos. Na Galiza há um vácuo no conhecimento destes temas apavorante, e forma parte desse vácuo o pensar, que no catalão, exprimido de jeito muito simplificado, -nunca houve ñ-. Na Galiza não tivemos nenhum vulto(s) que assumissem essa tarefa, nem sequer o saudoso Ricardo Carvalho Calero, quem foi muito mais rece

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Valentín García: "O PP sempre estivo nas convocatórias a favor da lingua galega, e mesmo as promoveu”

O secretário geral de Política Linguística, Valentín García, salienta o trabalho que a 'Xunta' realizou e está a realizar em prol do galego galtrapo, a pesar do informe da Carta Europeia das Línguas Regionais e Minoritárias (CELRM) que apreciou discriminação no uso do galego, entre elas, no âmbito educativo, judicial ou dos meios de comunicação. Insiste em que o PP “defende” o galego e lembrou que as grandes normas que regulam a "normalización" do galego galtrapo forom aprovadas com governos populares.

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O Governo de Aragom iniciará o processo para escolher umha grafia comum para o aragonês [arg]

O processo começará com a designaçom de cinco filólogos especialistas de corte internacional em “codificaçom e estandarizaçom de línguas românicas” por parte de cada umha das associações. Destes 15 especialistas serám escolhidos apenas três, que serám quem tenham que fazer esta nova grafia. A sua decisom terá carácter vinculante, e desta forma, sairá a primeira grafia oficial do aragonês em tempos modernos

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Carlos Mendes Pereira – Entrevista

P: Decidiste logo nom alterar (lusitanizar) o vocabulário e a morfologia do poema; só usaste a tua pronúncia portuense para ler o galego rosaliano. Porquê? R: Sendo dois jovens ramos de um mesmo ancestral tronco, sei que não estou a ler noutro idioma, pelo que me parece ser natural não alterar mais do que com a minha pronúncia, tal como faria com um poema dos Açores ou do Alentejo, regiões que também têm diversas diferenças linguísticas em relação ao meu português do Norte.

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‘Castelhanos de Castilha’ de Carlos Mendes Pereira, melhor vídeo-poema do #RosaliaÉMundial

Para além da divulgaçom da obra rosaliana, a AGAL quijo mostrar, com esta iniciativa, “como a unidade da língua galego-portuguesa está por cima de momentos históricos, sotaques e ortografias. A obra em galego de Rosalia é lusófona, é mundial.” De facto, a ortografia original dos poemas foi escrupulosamente respeitada.

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Vídeo-dica @emgalego: como pronunciar o "e" aberto e o fechado

Eduardo Maragoto explica umha técnica para conseguir pronunciar o "e" aberto ou fechado.

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Bela homenagem a Rosalia em todos os sataques da nossa língua

AGAL lança 18 poemas em vídeo de Rosalia de Castro lidos em diferentes sotaques lusófonos.

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